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O PROGRESSO SÓ ACONTECE FORA DA ZONA DE CONFORTO

O termo “zona de conforto” é muito usado, tanto por leigos como por profissionais da saúde mental.

Apesar das boas sensações associadas à palavra conforto, “zona de conforto” indica uma situação que é boa apenas aparentemente, ou apenas em um determinado aspecto.

Costumo usar com meus pacientes uma imagem que me parece bastante útil para compreender o termo:

Imagine um pássaro que vive numa gaiola. A gaiola é sua zona de conforto.

Onde está o conforto?

Na gaiola, o pássaro não precisa caçar, nem passa fome; a comida é garantida e farta.

Ali, também não passa sede; um recipiente com água fresca é renovado diariamente.

Em dias de muito calor, a gaiola é colocada em área da casa onde a temperatura é mais amena. No frio, a gaiola é coberta.

Aparentemente, a vida do pássaro é muito boa na gaiola.

Fora da gaiola, o pássaro não tem comida e água garantidas – precisa “se virar” para consegui-las. Está sujeito a chuvas, ao frio e ao calor. Vive sob o risco de ser encontrado por um predador.

Mas é livre.

Pode ir para onde quer, ver o mundo, ter experiências que o pássaro da gaiola só pode sonhar. Pode encontrar outros pássaros e, com eles, socializar e acasalar.

Estar na “zona de conforto” significa proteger-se do risco, conformar-se, restringir seu horizonte.

Sair da “zona de conforto” significa arriscar-se, mas também viver conforme o próprio desejo; significa fazer planos e esforçar-se para realizá-los; significa saborear a vida em toda sua amplitude.

Renunciar à “zona de conforto” não costuma ser fácil, mas é libertador.

Ninguém precisa passar por isso sozinho. Procure ajuda.


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Psicólogo Msc. Rodrigo Giannangelo
CRP 06/56201-2

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