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SATISFEITO COM AS AULAS ONLINE DE SEUS FILHOS? A PSICOLOGIA E A NEUROCIÊNCIA PODEM AJUDAR

Você está satisfeito com as aulas online de seu filho / sua filha? Desde o começo da pandemia, sabe-se que tem sido gigantesco o esforço de pais e professores para minimizar os impactos da imprevista virtualidade da educação em 2020. No entanto, não é possível dizer que tal empenho expresse bons resultados no desempenho de aprendizagem. Se temos a perspectiva de que as salas de aula permaneçam virtuais por mais algum tempo, o que a psicologia e a neurociência podem nos propor?

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PENSAR POSITIVAMENTE NÃO AJUDA A ALCANÇAR SEUS OBJETIVOS. NA VERDADE, PODE ATRAPALHAR…

O presidente americano Dwight Einsenhower (1890-1969) certa vez disse: "O pessimismo nunca ganhou nenhuma batalha". Para a psicóloga alemã Gabriele Oettingen (1953-), é preciso acrescentar: o otimismo também não. Em seu livro "Rethinking Positive Thinking” (“Repensando o Pensamento Positivo", em tradução livre), fruto de seus 20 anos de trabalho como professora e pesquisadora nas Universidades de Hamburgo e Nova Iorque, ela constata que o otimismo puro é um péssimo caminho para alcançar nossos desejos.

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O QUE É O TRANSTORNO BORDERLINE, QUE ACOMETE RAISSA BARBOSA DE ‘A FAZENDA’

Uma das polêmicas da semana no programa A Fazenda envolveu a peoa Raissa Barbosa, que revelou a seus fãs em 2019 que sofre com o Transtorno Borderline. O Transtorno de Personalidade Borderline – TPB se manifesta pelas extremadas impulsividade e instabilidade. Humores, afetos, desejos, vínculos interpessoais, autoimagem, tudo é inconstante. As respostas do sujeito a situações de vida comumente parecem exageradas e desproporcionais.

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INDEPENDÊNCIA OU MORTE: SUBMISSÃO AFETIVA E ANULAÇÃO PSÍQUICA

Depender é estar sujeito a uma autoridade ou influência. É ser resultado ou consequência de alguém além de si mesmo. Todos somos dependentes. Começamos a vida quase absolutamente dependentes – na alimentação, na higiene, nas primeiras quedas, no contato com os primeiros desconhecidos. Somos dependentes, prática e emocionalmente. A dependência se torna negativa: Quando a pessoa desconhece ou desconsidera suas próprias capacidades, e se coloca como carente de ajuda em situações em que não necessitaria; Quando a demanda por ajuda se fixa em uma única pessoa, a quem entregamos a responsabilidade pela satisfação de nossos desejos e, consequentemente, por nosso estado emocional.

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VOCÊ SABE QUAL A SEMELHANÇA ENTRE O PSICOTERAPEUTA E O JARDINEIRO?

Uma semente já tem dentro de si a tendência a tornar-se planta. Ao cuidador, resta fornecer as condições para que essa força interna se manifeste em sua plenitude, o que implica controlar a quantidade de água, terra, minerais, sol e vento no entorno. Uma interessante analogia entre a tendência ao crescimento dos vegetais e a vida humana foi feita pelo psicólogo norte-americano Carl Ransom Rogers (1902-1987), fundador da Abordagem Centrada na Pessoa, corrente da chamada Psicologia Humanista, no contexto pós Segunda Guerra.

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CONTER RAIVA CONTRIBUI PARA AUMENTO DA ANSIEDADE

Pode não parecer, mas a raiva e a ansiedade se relacionam e potencializam uma a outra. Conter a raiva contribui para o aumento da ansiedade, piorando os sintomas do Transtorno de Ansiedade Generalizada, por exemplo. A ansiedade pode preceder e antecipar a raiva: numa situação de risco ou hostilidade, prestes a ocorrer, ela aparece como um alerta de que não estamos no controle da situação e que as estratégias corriqueiras de contenção da raiva estão prestes a fracassar.

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PSICOPATA OU SOCIOPATA: SAIBA QUEM É QUEM

O que define a condição do indivíduo com Transtorno de Personalidade Antissocial é o fato de que suas interações sociais (e a aparente submissão a normas e convenções sociais, quando ocorre) estão sempre orientadas exclusivamente para sua SATISFAÇÃO PESSOAL. Como dito anteriormente, não há qualquer respeito ou reverência pela regra social EM SI, mas apenas por aquilo que o sujeito pode obter ao respeitá-la (a contragosto).

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CÉREBRO E CORAÇÃO: TERAPIA DE CASAIS PARA CASOS DIFÍCEIS

Razão e emoção, desejo e realidade, “anjinho” e “diabinho”, ego, id e superego, são alguns dos nomes dados a essas partes de nós, divisões do indivisível. Sem enveredar por descrições psicológicas e filosóficas, que aqui apenas dificultariam a compreensão, podemos reafirmar, grosso modo, que a condição humana é exclusiva no mundo – ao mesmo tempo, singular E plural, única E múltipla.